SOS Amazônia alerta sobre o desmatamento indiscriminado da Floresta Amazônica

O verdadeiro mapa da devastação da Amazônia

Urandir-Desmatamento da Floresta AmazônicaDesmatamento é a conversão de áreas florestais em áreas não florestadas. Na Floresta Amazônica, as principais fontes de desmatamento são os assentamentos humanos e o desenvolvimento da terra. Antes da década de 60, a floresta permaneceu basicamente intacta em virtude do acesso ao interior da floresta ser muito restrito.

As fazendas estabelecidas até os anos 60 eram baseadas no cultivo e corte e utilizavam o método da queima. Entretanto, os colonos eram incapazes de gerenciar seus campos e culturas em função da perda de fertilidade do solo assim como a invasão de ervas daninhas.

Em virtude do solo da Amazônia ser produtivo apenas em um curto período de tempo, os agricultores são levados a estar constantemente se mudando para novas áreas e assim, desmatando mais a floresta. Estas práticas agrícolas levaram a um rápido desmatamento causando extensos danos ao meio ambiente.

desmatamento na floresta da amazoniaO desmatamento é bastante considerável e áreas desmatadas de floresta são visíveis a olho nu até mesmo vista do espaço exterior.

Nas ultimas 2 décadas, a área total de desmatamento na floresta Amazônica subiu de 415 mil para 587 mil quilômetros quadrados, com a maioria da floresta que foi desmatada transformada em pastagens para o gado.AmazôniaDesmatamento da Floresta Amazônica

O desmatamente da Amazônia desmatamento da amazôniacresceu consideravelmente com a implantação das primeiras rodovias.
Entre os anos de 2000 e 2005, a taxa de desmatamento médio anual (que fica por volta de 22.392 km² por ano), crescreu na taxa de 18% comparada aos últimos cinco anos (que era de 19.018 km² por ano). Desde o ano de 2004, o desmatamento diminuiu significativamente na porção da Amazônia brasileira.

Entretanto, segundo relatórios feitos pelo Banco Mundial “Assessment of the Risk of Amazon Dieback”, por volta de 75% da floresta podem ser perdidos até 2025, e se continuar no atual ritmo, em 2075 pode restar apenas 5% de florestas no leste da Amazônia. O processo todo é calculado com base no desmatamento, com as mudanças climáticas e com queimadas.

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